segunda-feira, 6 de junho de 2011

COMO A NUTRIÇÃO FUNCIONAL PODE MELHORAR A PSORÍASE?


A Nutrição Funcional é uma maneira dinâmica de abordar, prevenir e tratar desordens crônicas complexas através da detecção de desequilíbrios clínicos. Estes se manifestam a partir da dieta, da influencia do ar que respiramos, da água que bebemos, dos exercícios e traumas que são processados pelo corpo, mente e espírito. Compreende a interação entre todos os sistemas do corpo.



Desintoxicação no tratamento da Psoríase



Hipócrates, o "Pai da Medicina", há quase 2.500 anos, recomendava: "que o teu alimento seja o teu remédio e o teu remédio seja o teu alimento".


Portanto, a cada refeição devemos nos lembrar: amanhã, este alimento será meu sangue.


O que usamos como alimento determina a qualidade de nosso sangue, que por sua vez influencia o desempenho das células, órgãos e sistemas. Se o sangue for rico de nutrientes e desintoxicado, as células serão vigorosas, eficientes, integradas = a saúde verdadeira e vitalidade positiva.

Mas para acordar o organismo para esta nova forma de “viver”, é preciso:

- Estar diariamente buscando uma nova forma de alimentar-se.

- Estar periodicamente permitindo o alívio das cargas tóxicas presentes no organismo.

-Ter domínio Próprio.



O fígado é um dos principais órgãos do corpo humano e possui importante função no processo de biotransformação de toxinas ou substâncias biologicamente ativas. Ele entra em ação para transformar essas substâncias, normalmente de característica lipídica, em substâncias hidrossolúveis – forma química que permite a eliminação pela urina, fezes e bile. Esse processo é necessário para que as substâncias não se bioacumulem no organismo e promovam efeitos prejudiciais à saúde. Esse processo de destoxificação ocorre em todas as células, porém principalmente no fígado e intestino, de maneira contínua.

O estilo de vida atual, bem como as condições do meio ambiente, expõe o organismo humano a diferentes tipos de toxinas diariamente, exigindo um ótimo processo endógeno de destoxificação. Além dessas toxinas ambientais, diversas substâncias presentes nos alimentos também podem agir como xenobióticos, tais como agrotóxicos, hormônios, substâncias alergênicas, aditivos alimentares, entre outros. Nesse sentido, diferentemente do que exposto na reportagem supracitada, alguns alimentos podem ser tóxicos, tanto em grandes como em pequenas quantidades.

Considerando que os hábitos alimentares se perpetuam ao longo dos anos e os indivíduos consomem determinados tipos de alimentos com bastante frequência e por longos períodos, em alguns momentos da vida pode ser necessária a aplicação da dieta de destoxificação. Porém, essa dieta deve obrigatoriamente ser individualizada e supervisionada por um profissional nutricionista capacitado, que tenha profundos conhecimentos sobre Nutrição Funcional.

É importante destacar que essa conduta nutricional tem como objetivo retirar da alimentação diária os principais alimentos que podem ser prejudiciais para o indivíduo, bem como excluir temporariamente outros alimentos que são consumidos com muita frequência, como por exemplo, carne vermelha, açúcares, laticínios, alimentos industrializados ricos em aditivos químicos, incluindo alimentos enlatados, embutidos e refinados, além de refrigerantes e sucos artificiais.

Em contrapartida, diversos outros alimentos são incluídos na dieta diária, tais como arroz integral, sucos naturais, muitas frutas, saladas variadas cruas, legumes cozidos, diferentes tipos de leguminosas, ovo, entre outros. Essa inclusão se faz necessária, pois o processo de destoxificação adequado é totalmente dependente de diversos nutrientes, que devem ser obtidos por meio de uma alimentação nutricionalmente completa. Em alguns casos, somente sob supervisão, a suplementação nutricional pode ser necessária. É fundamental também uma adequada ingestão de líquidos, já que a maioria das reações químicas do metabolismo orgânico ocorre em meio aquoso.

Ainda, o profissional nutricionista irá determinar o tempo de duração da dieta, fazendo um acompanhamento rigoroso, e também irá supervisionar e orientar a alimentação após esse período, fazendo a reintrodução gradual dos alimentos retirados, acompanhando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente.
Assim, a dieta de destoxificação, quando seguida adequadamente, promove importantes efeitos benéficos à saúde! Promovendo melhora no quadro da PSORÍASE.


Referências Bibliográficas

PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.P.B.L. Nutrição Clínica Funcional: Dos princípios à prática clínica. VP Editora, 2008.
LEVIN, B. Environmental nutrition: understanding the link between environment, food quality and disease. Washington: Hingepin Pub, 1999.
JONES, D. Textbook of functional medicine. Florida: The Institute for Functional Medicine, 2006.
HAAS, E.M. The Detox Diet: A How-to & When-to Guide for Cleansing the Body. Berkley: Celestial Arts Publishing, 1996.
THE INSTITUTE FOR FUNCTIONAL MEDICINE. Detoxication: A Clinical Monograph. Gig Harbor: The Institute for Functional Medicine, 1999.


Outras dicas da Nutricionista:

-Inicie o dia com um bom COPO DE ÁGUA MINERAL;

-Tome em jejum SUCOS DESINTOXICANTES;

-Jamais fique sem tomar o DESJEJUM;

-Evite alimentos INDUSTRIALIZADOS e BEBIDAS ALCOOLICAS;

-Evite alimentos com GLÚTEN (trigo,aveia,cevada,centeio,mate).




Aloe Vera na Bíblia

A Aloe Vera ou Babosa é uma planta bem antiga. Citada até pela bíblia, era frequentemente usada pelas civilizações antigas.
Segue abaixo alguns versículos da bíblia onde é citado a Aloe Vera:

  • Provérbio 7:17 - Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela.
  • João 19:39 - E foi também Nicodemos (aquele que anteriormente se dirigira de noite a Jesus), levando quase cem arráteis de um composto de mirra e aloés.


Hoje, com tanta tecnologia e com a ciência cada dia mais avançada, sabemos o quão bom é para o ser humano usar produtos a base de Aloe Vera.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tipo de Psoríase


psoríase de placa


O que é?

A psoríase é uma doença inflamatória da pele, benigna, crônica, relacionada à transmissão genética e que necessita de fatores desencadeantes para o seu aparecimento ou piora (principalmente no inverno). Afeta 1 a 2% da população mundial. Acomete igualmente homens e mulheres, embora o início seja mais precoce nas mulheres. Existem dois picos de idade de prevalência: antes dos 30 e após os 50 anos. E, em 15% dos casos, surge antes dos dez anos de idade.

Como se desenvolve?

É uma doença não contagiosa, multigênica (muitos genes envolvidos), e em parte dependente de fatores externos. Pode aparecer sob diferentes formas clínicas e diferentes graus da doença. É descrito 30% de incidência familiar.

O desencadeamento pode ocorrer em qualquer idade, motivado por influência do meio, alguns medicamentos ou estresse.

Em pessoas com história familiar, o início parece ser mais precoce.

O que se sente?

As lesões são muito típicas, com períodos de exacerbações e remissões, localizados principalmente em superfícies de extensão como joelhos e cotovelos, couro cabeludo, palmas das mãos, sola dos pés (áreas de maior traumatismo).

Os quadros de psoríase recebem sua denominação conforme sua localização e aspecto:



Psoríase Vulgar:

Placas de tamanhos variados, bem delimitadas, avermelhadas, com escamas secas e aderentes prateadas ou acinzentadas nos locais mais comuns (couro cabeludo, cotovelos, joelhos, por exemplo).


Psoríase invertida:


Lesões mais úmidas, localizadas em áreas de dobras (embaixo das mamas, área genital, entre nádegas).


psoríase gutata


Lesões em forma de gotas associadas a processos infecciosos. As lesões são pequenas, localizadas no tronco e parte proximal dos braços e coxas (mais perto dos ombros e quadril), poupando mãos e pés. São numerosas e aparecem abruptamente mais em crianças e adultos jovens.


Psoríase Eritrodérmica:



Lesões generalizadas (75% ou mais da área corporal).


Psoríase Ungueal:


Pode ser comprometimento isolado na psoríase, acometendo mais unhas da mãos que dos pés. São características da doença, mas não específicas. Podem ser mais freqüentemente depressões puntiformes ou manchas amareladas cor de óleo, mas existem outras alterações menos comuns nas unhas.


Psoríase Artropática:


dedos deformados pela psoríase

Por volta de 8% dos casos pode haver o comprometimento articular. Na artropatia periférica as manifestações freqüentes são: início agudo (abrupto) ou sub-abrupto, com comprometimento assimétrico de várias articulações nas pontas dos dedos das mãos e pés e, ocasionalmente, associação com alguma articulação grande como joelho ou cotovelo. Quando o quadro articular é prolongado e mais grave, aparecem deformidades nos dedos que adquirem a "forma de salsicha". Na artropatia central, a coluna lombar superior e torácica inferior são as mais acometidas.

Na artrite psoriásica juvenil (menores de 16 anos), as meninas são mais acometidas e o início do quadro de artrite pode preceder o quadro cutâneo.


Psoríase Pustulosa:


Aparecimento e lesões com pus (mas estáveis). Há uma forma localizada em mãos e pés e uma generalizada.


Psoríase Palmo-Plantar:

plantar

Pode haver envolvimento de palmas das mãos e sola dos pés em 12% dos casos. As lesões típicas podem apresentar fissuras (rachaduras), e são de difícil manejo.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Psoríase e Glúten


A psoríase é uma doença autoimune, inflamatória, mediada pelas células T, dependente de um componente genético e subordinada a fatores ambientais que promovem a formação de uma resposta imune contra auto-antígenos desconhecidos na pele e nas articulações. As doenças autoimunes e inflamatórias estão vinculadas a um componente genético e ao meio ambiente, tendo como fator desencadeador o estresse, a presença de vírus, bactérias e, no caso da psoríase, até mesmo uma sensibilidade ao glúten, dependendo da individualidade bioquímica de cada paciente. é sabido, que na doença celíaca, o paciente apresenta uma enteropatia crônica, glúten-dependente, e, quando de sua ingestão, a resultante é uma resposta imune desapropriada, mediada pelas células T, nas pessoas com essa predisposição genética. A avaliação clínica de um paciente com psoríase não pode prescindir da coleta de exames complementares como os anticorpos IgA e IgG antigliadina, anti-endomísio e antitransglutaminase, para afastar a possibilidade de ser portador de uma sensibilidade latente ao glúten ou de doença celíaca, uma vez que o paciente pode apresentar uma sensibilidade ao glúten sem ter a presença de enteropatia e sem que o exame histológico dos intestinos contenha qualquer anormalidade. Nesse caso, uma dieta isenta de glúten deve ser prescrita até que se obtenha a resposta clínica, que, dependendo de cada indivíduo, pode ocorrer em um breve espaço de tempo ou, até mesmo, durar de 6 meses a um ano.


Fonte:Leda Maria Gaudencio Moreira Lima

Cerca de 3 milhões de Brasileiros sofrem com psoríase

A psoríase é uma enfermidade crônica inflamatória, não contagiosa, que afeta a pele, couro cabeludo, unhas e mucosas e atinge cerca 190 milhões de pessoas no mundo (2 a 3% da população) e por volta de 3 milhões somente no Brasil. Porém, estima-se que somente 5% dos pacientes esteja em tratamento.

“Embora a psoríase tenha causa ainda não conhecida, sabe-se que as escamas ocorrem porque as células da pele se reproduzem com rapidez excessiva”, explica Dra. Leticia Secco, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Normalmente, a pele leva de 21 a 28 dias para ser substituída, mas nas pessoas com psoríase, as células se reproduzem de maneira muito rápida, entre 2 e 6 dias, o que explica o aspecto espessado da pele”, completa.

Existe uma suspeita que os Linfócitos T, células encarregadas de defender o organismo de qualquer ataque inimigo, estimulem a proliferação de células epidérmicas, provocando a queratinização acelerada e a inflamação da pele. Além disso, estatísticas mostram que um indivíduo que tenha um dos pais com a doença, tem 14% de probabilidade de sofrer de psoríase. Quando ambos os pais sofrem com a doença, as cifras aumentam para 40%.


http://www.corposaun.com/cerca-de-3-milhoes-de-brasileiros-sofrem-com-psoriase/14616/

Pesquisadores afirmam que psoríase aumenta risco cardíaco

A psoríase aumenta o risco de problemas cardiovasculares, segundo conclusão de pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, na Dinamarca.

A doença, que causa descamações na pele e atinge três milhões de brasileiros, por muito tempo, foi considerada exclusivamente um problema de pele. Mas recentemente, passou a ser associada a outras complicações no corpo, entre elas, problemas cardíacos. Além de ser reconhecida como uma doença inflamatória crônica. Essa associação vale em particular para quem sofre das formas moderada ou grave (10% a 20% dos pacientes) da psoríase.

Os pesquisadores acompanharam durante dez anos, as complicações ocorridas em mais de 40 mil pacientes com psoríase e as compararam com a população sem a doença. Foram excluídos outros fatores de risco que poderiam desencadear um problema cardíaco.

Os resultados mostram dados preocupantes: a psoríase moderada ou grave eleva em 24% o risco de a pessoa sofrer um infarto, em 45% o risco de ter um AVC (acidente vascular cerebral) e em 51% a probabilidade de o doente ter arritmias.

Nos doentes com a forma mais leve da psoríase, os pesquisadores não encontraram aumento significativo do risco de infarto, mas constataram que o risco de sofrer um AVC é 19% maior e o de arritmias, 22% mais alto.

Para Ole Ahlehoff, principal autor do estudo, é preciso reconsiderar o tratamento dos doentes com psoríase. Segundo o médico mudanças no estilo de vida e triagem paracolesterol alto e hipertensão mais cedo do que o previsto devem ser priorizados.

De acordo com o dermatologista Cid Sabbag, chefe do ambulatório de psoríase do Hospital Ipiranga, em São Paulo, os problemas cardiovasculares podem surgir em decorrência da inflamação crônica, que pode modificar o processo vascular e alterar as paredes dos vasos sanguíneos.

O risco apontado faz com que pacientes com psoríase tenham sua saúde cardíaca monitorada mais de perto, com tratamento multidisciplinar, afirmam os pesquisadores.

Fonte:

http://www.corposaun.com/psoriase-risco-cardiaco/13589/



PSORÍASE ELEVA RISCO DE PROBLEMA CARDÍACO


Por muito tempo, essa doença foi considerada exclusivamente um problema de pele. Mais recentemente, passou a ser associada a outras complicações no corpo, entre elas, problemas cardíacos.

Essa associação vale em particular para quem sofre das formas moderada ou grave (10% a 20% dos pacientes) da psoríase.

Por dez anos, pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, na Dinamarca, acompanharam as complicações em mais de 40 mil pacientes com psoríase e as compararam com a população sem a doença. Foram excluídos outros fatores de risco que poderiam desencadear um problema cardíaco.

Os resultados mostram dados preocupantes: a psoríase moderada ou grave eleva em 24% o risco de a pessoa sofrer um infarto, em 45% o risco de ter um AVC (acidente vascular cerebral) e em 51% a probabilidade de o doente ter arritimias.

Nos pacientes com a forma leve da psoríase, os pesquisadores não encontraram aumento significativo do risco de infarto, mas constataram que o risco de sofrer um AVC é 19% maior e o de arrtimias, 22% mais alto.

"Precisamos reconsiderar o tratamento dos doentes com psoríase: devem ser priorizadas mudanças no estilo de vida e triagem para colesterol alto e hipertensão mais cedo do que o previsto", afirmou Ole Ahlehoff, principal autor do estudo.

Doença inflamatória

Segundo a dermatologista Valéria Petri, responsável pela unidade de psoríase da Universidade Federal de São Paulo, faz pouco que a psoríase foi reconhecida como uma doença inflamatória crônica.

"Sabemos, hoje, que ela requer cuidados multidisciplinares, envolvendo reumatologistas, dermatologistas, cardiologistas e nutricionistas", diz.

De acordo com o dermatologista Cid Sabbag, chefe do ambulatório de psoríase do Hospital Ipiranga, os problemas cardiovasculares podem surgir em decorrência da inflamação crônica, que pode modificar o processo vascular e alterar as paredes dos vasos sanguíneos.

Outra possível explicação são os efeitos colaterais dos medicamentos usados no tratamento da doença. "Muitos causam alterações nos índices de colesterol e triglicérides no sangue. Isso aumenta o risco de doenças no coração", diz Sabbag.

Para o médico, o risco apontado pelo estudo é alto, mas não há razão para pânico: "Pacientes com psoríase terão sua saúde cardíaca monitorada mais de perto. E o tratamento passará a ser multidisciplinar."
Fonte: Folha de São Paulo

O que recomendo aos meus pacientes com PSORÍASE?


Aloe Vera em Gel

Lembrando: Aloe Vera não é medicamento e sim SUPLEMENTO ALIMENTAR!


Imagine-se consumindo o GEL diretamente de uma folha aberta de ALOE. Agora, você pode chegar bem perto disso bebendo o Aloe Vera Gel. A polpa patenteada é pura como a da natureza, e é a primeira a receber o certificado do IASC (International Aloe Science Council). Aloe Vera Gel é 100% estabilizado e não contém aloína. É Levemente amargo e para as pessoas que querem dar ao seu corpo todos os nutrientes e propriedades naturaiscontidas no gel cru da Aloe.

A Aloe Vera, por suas qualidades nutricionais e antioxidantes ajuda, em primeiro lugar a prevenir ferimentos no tecido epitelial e, quando este está danificado, ajuda na sua melhora. Antioxidantes lutam contra os destrutivos radicais livres, que são causadores de vários males, incluindo alguns tipos de câncer, e contribuem para o processo de envelhecimento.

Nosso maior epitélio e nossa pele, mas inclui-se também o tecido do aparelho digestivo, os tubos dos brônquios e o aparelho genital. Sua ação natural antiinflamatória e antimicrobiana, combinadas com agentes nutricionais, promove o crescimento celular. Não é útil somente às pessoas que possuem problemas, porque todos que utilizam a Aloe relatam que ela traz uma sensação de bem-estar; dizem que se sentem bem, mais calmos e menos ansiosos. Isso pode ocorrer devido ao efeito da Aloe no sistema imunológico, que se equilibra e apura, trabalhando de forma mais eficiente na defesa do organismo.


Indicações: na prevenção e como coadjuvante, no tratamento de gastrites, Psoríase, úlceras, diabetes, hipertensão, colesterol, alergia, tuberculose, do mau funcionamento gastrointestinal, hepatite, artrite, bursite, prostatite e diversos tipos de câncer, além de outros. Fortalece o sistema imunológico, nutre e desintoxica o organismo, naturalmente. Pode ser usado como um tônico nutricional diário.


Principais ingredientes: Gel de Aloe Vera 100% estabilizado, ácido cítrico, vitamina E e ácido ascórbico (vitamina C ).

Fale com seu Nutricionista sobre qual deve ser a dose ideal.

Deseja mais informações? Entre em contato. monicamtcosta@yahoo.com.br

Pomada para Secar lesões

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Consumo de Cerveja pode aumentar risco de doença de pele em mulheres


Estudo feito por pesquisadores da Harvard Medical School, em Boston, apontou que mulheres que usualmente consomem cerveja, têm maior probabilidade de contrair psoríase. A crônica doença de pele tem o dobro de chances de ocorrer para aquelas que tomam até cinco cervejas por semana, em comparação com outras que não bebem. O risco fica em torno de 72% para mulheres tem média de consumo semanal de 2,3 cervejas, e 130% para as que tem o costume de beber cinco copos por semana.

A pesquisa foi feita com cerca de 82 mil enfermeiras, com idades entres 24 a 44 anos. O espaço de tempo estudado para seus hábitos de consumo foi de 1991 a 2005. Há indícios no estudo de que a cevada com glúten, composto usado na fermentação da bebida, poderia causar a elevação do risco da doença em mulheres.

Outro dado da conta que mulheres que bebem cerveja sem álcool, destilados ou vinho, não apresentam tal aumento.

Por Oscar Ariel

Psoríase – Pesquisa traça perfil dos portadores


Diagnosticada como uma doença genética e de causas desconhecidas, a psoríase, segundo o primeiro levantamento epidemiológico feito no Brasil, atinge em sua grande maioria mulheres com idade média de 43 anos.

Dados da pesquisa, realizada pelo Centro Brasileiro de Psoríase e Vitiligo também apontam que dos entrevistados, 77% afirmam que a doença prejudica sua qualidade de vida, 51% evitam certas atividades por conta da doença e 18% já foram afastados do trabalho.

A Psoríase é caracterizada por placas avermelhadas na pele, pequenas lesões descamativas, que na maioria das vezes coçam. Seu diagnóstico pode ser clínico e confirmado por biópsia, para revelar um quadro bem característico.

Muito se fala sobre a influência dos aspectos emocionais na evolução da doença, porém, segundo o Centro Brasileiro de Psoríase e Vitiligo, já é confirmado que a psoríase faz parte das chamadas doenças Imuno-Mediadas* e precisa de fatores desencadeantes para o seu surgimento.
*quando o sistema imunológico se descontrola e agride o próprio corpo.
Possíveis Causas

- traumas cutâneos: na maioria dos portadores há o Fenômeno de Koebner ou Fenômeno Isomórfico, no qual um trauma repetido na pele sã pode desencadear lesões de psoríase. Isso talvez explique porque é mais comum aparecer nos cotovelos, joelhos (devido a atritos na mesa ou em roupas) e couro cabeludo (por escovas e pentes). Deve-se, portanto, evitar agredir a pele. Lembrar que a exposição ao sol é benéfica, mas queimaduras solares não são.

- infecções: amigdalites ou faringites por bactérias (tipo estreptocócicas) são desencadeantes comuns da psoríase, ocorrendo geralmente o primeiro episódio agudo em crianças ou jovens. Tem aparência de gotas e porisso é chamada psoríase gutata. Infecções por vírus também podem desencadear psoríase. No doente com infecção pelo HIV há piora na pele. Os fungos causadores de micoses, como candidíase vaginal, também podem levar à piora da psoríase.

- medicamentos: é importante o médico assistente saber a existência da psoríase de seu cliente, pois algumas drogas podem desencadear ou agravar a doença. A mais comum das drogas é o corticóide (corticosteróide), via oral ou injetável que pode transformar um quadro leve em severo. Há estudos que demonstram que até mesmo a pomada de corticóides potentes, quando usada em áreas extensas do corpo, pode ser absorvida e causar o efeito sistêmico. Outras drogas relacionadas são os betabloqueadores para doenças cardíacas; o lítio para alterações psiquiátricas; os antimaláricos e alguns antiinflamatórios para dores ou reumatismo.

- emocional: o estresse psíquico intenso ou constante, na maioria dos pacientes, pode desencadear ou agravar a evolução. Porém, pode ocorrer o inverso, isto é, ajudar no controle ou desaparecimento. Hoje, estudos na área da psiconeuroimunologia confirmam suspeitas a esse respeito por médicos, pacientes e familiares.

- ingestão de bebidas alcoólicas: pode piorar ou afetar os efeitos das medicações para psoríase.

- outros fatores: tabagismo pesado; distúrbios hormonais e metabólicos; variações climáticas e outros, já foram relacionados à evolução da psoríase.

*Com informações da Folha de São Paulo e da Clínica Sabbag

http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2009/09/29/psoriase-–-pesquisa-traca-perfil-dos-portadores/

ligações genéticas à psoríase

Pesquisadores na Washington University School of Medicine em St. Louis descobriram sete novos locais de variação de DNA que aumentam os riscos da psoríase. Eles também descobriram as variações em uma região genética ligando a psoríase e a artrite psoriática a outras doenças autoimunes.

Link
http://emedix.uol.com.br/not/not2008/08abr03der-plo-run-psoriase.php

Muito mais que pomadas e sol para tratar psoríase: Nutrição!

A psoríase é uma doença de caráter inflamatório que acomete a pele e pode se manifestar de diferentes formas e intensidades, em diferentes faixas etárias. A lesão de pele observada se caracteriza por hiperproliferação epidérmica, diferenciação anormal dos queratinócitos e recrutamento de células imunes, como linfócitos T, que secretam substâncias inflamatórias no local da lesão, potencializando a vermelhidão, coceira e aspecto de ferida.

Na edição de dezembro de 2009 da revista Viva Saúde a reportagem “A forma certa de tratar psoríase” cita alguns fatores desencadeadores da doença, além de indicar que o controle pode ser feito com medicamentos tópicos, orais ou injetáveis de acordo com o grau de severidade da doença. Além disso, enfatiza a importância do sol na melhora das lesões. Porém, não cita a importância da nutrição.

Independente da atividade da doença, pacientes com psoríase tendem a apresentar um perfil lipídico sanguíneo desfavorável, com aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos, e menores níveis de betacaroteno, vitaminas A e E no sangue, indicando a associação da doença com estresse oxidativo e risco cardiovascular, condições que aumentam a inflamação sistêmica.

Os profissionais de saúde devem planejar uma estratégia terapêutica abrangente para o tratamento da psoríase com foco na modulação do sistema imune, prevenção dos fatores de risco cardiovasculares, correção de deficiências nutricionais e eliminação de fatores externos (dietéticos ou não) que impõem algum tipo de estresse ao organismo.

A exposição solar melhora as lesões de pele provavelmente por promover a síntese de vitamina D3, a partir de seu precursor presente na pele. A vitamina D ativa modula a proliferação epidérmica, diferenciação e inflamação cutânea. A identificação de polimorfismos genéticos no receptor dessa vitamina em pacientes coreanos com psoríase e a eficácia de análogos da vitamina D no tratamento confirmam a importância desse nutriente na modulação da doença. Banhos de sol nos horários recomendados devem fazer parte do dia-a-dia desses pacientes sempre que possível. Como a vida moderna dificulta esse hábito, deve-se considerar a necessidade e possibilidade de suplementação.

O consumo de fibras deve ser avaliado, e caso identifique-se quantidade insuficiente é necessário aumentar a ingestão para ajudar no controle dos lipídios sanguíneos. O consumo de frutas, vegetais e produtos integrais, além de oferecer fibras, fornecem compostos bioativos e vitaminas com propriedades antioxidantes, importante para o controle do estresse oxidativo, e outras funções mais específicas. A vitamina A desempenha papel no controle da proliferação e diferenciação celular e do processo de queratinização. Já a vitamina E protege os lipídios sanguíneos de sofrerem oxidação e consequentemente ativarem o sistema imune e inflamação sistêmica.

Não existe consenso quanto à suplementação dessas vitaminas para tratar a psoríase, mas a dieta pode ser enriquecida com fontes alimentares das mesmas. Oleaginosas, óleos vegetais extravirgem (oliva, macadâmia, pepita de uva) e abacate contribuem com a ingestão de vitamina E, enquanto ovos, vegetais folhosos e frutas alaranjadas fornecem vitamina A pré-formada e o precursor da vitamina A (betacaroteno). O zinco é importante para a mobilização da vitamina A no fígado e seu transporte adequado na circulação. Além disso, desempenha função no sistema de defesa antioxidante enzimático, no processo de cicatrização e na regulação das atividades do sistema imune. Como pacientes com psoríase apresentam tendência a níveis menores de zinco, atenção deve ser dada a este mineral e suas fontes alimentares como ostras, peixes, carnes, cereais integrais e leguminosas.

Estudos com infusão de emulsão lipídica rica em ácidos graxos essenciais ômega-3 mostram os efeitos positivos na melhora da atividade da doença ao reduzir o valor do índice utilizado para classificar a gravidade das lesões, principalmente em quadros severos. A via de administração intravenosa em relação à via oral apresenta a vantagem de disponibilizar mais rapidamente esses ácidos graxos essenciais para as células, mas é mais complicada e desconfortável para o paciente (importante lembrar que essa via de administração não pode ser prescrita pelo nutricionista). A incorporação desses lipídios na membrana celular reduz a liberação de substâncias inflamatórias e modula o sistema imune. As doses utilizadas geralmente ultrapassam os níveis potencialmente obtidos a partir dos alimentos usualmente consumidos, muitas vezes sendo necessária a suplementação com cápsulas de óleo de peixe ou linhaça. Além de aumentar a quantidade de w-3 na dieta, é importante adequar a quantidade de ácidos graxos essenciais w-6, usualmente ingeridos em quantidades elevadas. O excesso de w-6 na dieta favorece a produção de substâncias pró-inflamatórias. Óleos vegetais utilizados para a cocção como o de milho, girassol e algodão apresentam elevada proporção desse ácido graxo, e devem ser evitados. O óleo de soja é bastante acessível e pode ser utilizado com moderação uma vez que apresenta menor proporção desses ácidos graxos. Além disso, deve-se dar preferência aos cortes de carnes mais magros, uma vez que a gordura animal visível e intramuscular é rica em ácidos graxos saturados, colesterol e ácidos graxos w-6, que contribuem também para doenças cardiovasculares. O consumo de peixes deve ser estimulado e introduzido nas refeições com maior frequência.

A introdução de uma dieta rica em antioxidantes e nos nutrientes já citados é fundamental. Mas não podemos esquecer que eliminar fatores que contribuem para a ativação exagerada do sistema imune também é essencial. Alergias ou sensibilidades a alguns alimentos devem ser identificadas para retirada dos mesmos do hábito alimentar. Alguns trabalhos têm indicado que pacientes com psoríase apresentam anticorpos contra a fração da proteína presente principalmente no trigo, cevada e centeio, o glúten. Para estes pacientes, uma dieta livre de glúten pode resultar em melhora clínica significativa. O consumo de bebidas alcoólicas também merece atenção, devendo ser evitado, principalmente nos períodos de exacerbação, uma vez que o uso de medicação é intensificado e a maioria dessas pode ter impacto hepatotóxico.

Os gatilhos relacionados à manifestação ou exacerbação da doença são muitos. Os cuidados com a nutrição não curam, mas melhoram muito, principalmente quando associados aos banhos de sol, terapias para redução de estresse emocional e ansiedade. A genética pode ter um peso importante e a ciência da nutrigenômica tende a avançar na produção de conhecimentos que confirmem o poder da nutrição, mostrando a possibilidade de silenciar ou ativar alguns genes a partir de nutrientes ou substâncias alimentares que contribuam para a melhora ou exacerbação da condição clínica de algumas doenças como a psoríase.

** Texto elaborado pela Dra. Tatiana Fiche Salles Teixeira, aluna bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa.

http://www.vponline.com.br/blog/?p=88

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Melhor escolha dos Alimentos

Várias pessoas psoriásicas ou com quadro psoriasicos, são internamente alérgicos a certas coisas e não sabem, daí, as reações na pele, portanto observe as reações em seu caso)

O que devo evitar ou deixa de consumir durante o tratamento?

*Evitar bebidas ácidas como: Refrigerantes,álcool, sucos ácidos, sucos artificiais,iogurtes e semelhantes,vinagres...
*Embutidos como: Presunto, mortadela,salaminho...
*Carne em geral principalmente carne de PORCO.
*Evite gorduras em geral, principalmente animal.
*Evitar alimentos como: coxinhas, empadinhas, bolinhos,pizza e etc...
* CHOCOLATES EM GERAL, (brigadeiro, bolos, doces, barras, ou seja, em qualquer de suas fórmulas, pois o chocolate desencadeia reação na pele em menos de 12 horas).
*OVOS, nem em bolo, nenhuma mistura que tenha ovos, podem ser ingeridos, catchup, mostarda (é feita com ovos), maionese. Isso para alguns pacientes, depende do caso! Deve ser avaliado.
*ALIMENTOS ÁCIDOS: vinagres, limão, laranja, abacaxi,tomate, morango, frutas ácidas, macarrão só sem ovos e sem molho de tomate, tem que ser alho e azeite virgem.
* SORVETES que contenham qualquer das composições acima.
* Salgadinhos químicos (de saquinhos).
*Evitar alimentos que contenha Glúten como:trigo, cevada, aveia, triticale e centeio. (macarrão, pães, biscoitos, bolos, pizza etc.)
Isso para alguns pacientes, depende do caso! Deve ser avaliado.




Omega 3 é alternativa anti-inflamatória e anti-oxidante

Inflamações como exemplo, doença cardíaca, cancro, doenças auto-imunes, psoríase, a doença de Alzheimer e de muitas outras condições são caracterizados pelo aumento dos níveis de marcadores pró-inflamatória produzida a partir do excesso de ácidos gordos essenciais Omega 6 encontradas na carne, produtos lácteos, óleos vegetais e alimentos processados.


O W-3 é uma espécie de gordura composta de diferentes ácidos graxos, sintetizados por plantas marinhas, os fitoplanctos. É encontrado em óleos vegetais, como a linhaça e a canola, e em peixes marinhos de águas frias e profundas, que se alimentam de fitoplanctos - salmão, sardinha, cavala e truta, esta quando alimentada com o fim de incorporar em sua gordura o W-3. "Cerca de 30g de peixe por dia equivalem a 4g de W-3, uma quantidade que já traz muitos benefícios "

Outras importantes fontes de omega 3:

Semente de linhaça
Castanhas e nozes
Azeite de oliva
Quinua
Vegetais de folhas verdes escuro.


Suplementação

Marcas que confio!





Arctic-Sea Super Omega-3
Código 39 - 60 cápsulas
SoftGel (*)

Óleo Super Ômega-3 - Óleos polinsaturados (Ômega-3) de peixes de águas frias e azeite de oliva. Favorece a formação do BOM colesterol.

Dose recomendada: 1 a 2 cápsulas por dia.
Embalagem: 60 CÁPSULAS SOFTGEL.

Os ácidos graxos formam um conjunto


Ômega 3 - DaVinci Laboratories

Outra dica muito importante antes de comprar o ômega-3. Leia no rótulo se é livre de MERCÚRIO, pois algumas marcas contem este metal pesado que pode causar vários problemas de intoxicação. Todo suplemento de ômega-3 tem que ter vitamina E para evitar a oxidação do produto. Fique tento, leia o rótulo.


Procure um Nutricionista para fazer a suplementação na quantidade ideal.

Dia Mundial da Psoríase

A campanha Dia Mundial da Psoríase - Sociedade Brasileira de Dermatologia tem como objetivo desenvolver ações que visem uma melhoria da qualidade de vida dos doentes, através do esclarecimento da sociedade civil. Desse modo, a SBD elaborou ações de conscientização voltadas para comunidade e a mídia, elucidando, entre outras questões, como identificar a doença, quais são os tratamentos, como os portadores podem conviver com a moléstia, além de ajudar a reduzir o preconceito ao explicar que a doença não é contagiosa.

Dia Nacional da Psoríase discute o preconceito sobre a doença